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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

G20 Meetings November 15, 2008

Statement by Press Secretary Dana Perino
White House spokesperson, Washington,
October 22, 2008

Today, the President is inviting the leaders of the Group of 20 countries to a summit in the Washington, D.C. area, on November 15 to discuss financial markets and the global economy. The G-20 finance process, which includes key developed and emerging market countries, was established in 1999, after the last financial crisis with worldwide implications.
The leaders will review progress being made to address the current financial crisis, advance a common understanding of its causes, and, in order to avoid a repetition, agree on a common set of principles for reform of the regulatory and institutional regimes for the world's financial sectors. These principles can be further developed by working groups for consideration in subsequent summits. In addition, we expect that the leaders will discuss the effects of the crisis on emerging economies and developing nations. The summit will also provide an important opportunity for leaders to strengthen the underpinnings of capitalism by discussing how they can enhance their commitment to open, competitive economies, as well as trade and investment liberalization.
G-20 members are: Argentina, Australia, Brazil, Canada, China, France, Germany, India, Indonesia, Italy, Japan, South Korea, Mexico, Russia, Saudi Arabia, South Africa, Turkey, the United Kingdom, the United States, and the European Union.
The Managing Director of the International Monetary Fund, the President of the World Bank, the United Nations Secretary-General, and the Chairman of the Financial Stability Forum have also been invited to participate.

sábado, 25 de outubro de 2008

UE/Ásia: Líderes de 43 países europeus e asiáticos apoiam cimeira mundial promovida pelos EUA


09h09m
Pequim, 25 Out (Lusa) - Líderes de 43 países europeus e asiáticos manifestaram hoje apoio à cimeira mundial de 15 de Novembro em Washington e apelaram ao reforço da cooperação internacional para ultrapassar a crise financeira global.
Os líderes reunidos na 7ª cimeira da ASEM (Encontro Ásia-Europa), em Pequim, congratularam-se com as medidas de emergência já tomadas em diferentes países e "exprimiram plena confiança que a crise pode ser ultrapassada através de esforços concertados" da comunidade internacional.
Contudo - afirma o comunicado da cimeira -, "é imperativo tratar correctamente a relação entre inovação financeira e regulação, e manter uma saudável política mcroeconómica".
"É necessário melhorar a supervisão e regulação de todos os actores financeiros, e em particular a sua responsabilização", refere o documento.
A ASEM defende, também, que o Fundo Monetário Internacional "deve desempenhar um papel crucial na assistência aos países afectados pela crise, se estes o solicitarem".
Criada há 12 anos, a ASEM reúne os 27 membros da União Europeia mais 16 nações asiáticas, entre as quais a China, Japão, Índia, Paquistão, Indonésia e Coreia do Sul, que no conjunto representam mais de metade da riqueza mundial e cerca de sessenta por cento da sua população.
Portugal está representado pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado.
A convocação de uma cimeira mundial sobre o sistema financeiro internacional para o próximo dia 15 de Novembro, em que deverão participar os sete países mais industrializados e 12 das maiores nações em vias de desenvolvimento, foi anuncida quarta-feira pela Administração norte-americana.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

"O Mundo Está Mal"


"O mundo está mal"
11h35m
O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse hoje que "o mundo está mal" e vive "uma crise sem precedentes".
A persistente crise financeira "põe em perigo o próprio futuro da humanidade", afirmou Sarkozy na abertura da 7ª edição da ASEM (Encontro Ásia-Europa), que decorre até sábado em Pequim com a participação de 43 países dos dois continentes.
Nicolas Sarkozy, que detém a presidência da União Europeia até ao final do ano, apelou à participação na anunciada cimeira internacional sobre a crise financeira global, que vai realizar-se em Washington dia 15 de Novembro.
A Europa "vai apresentar-se unida" e "deseja que a Ásia apoie este esforço", disse o Presidente francês.
A resposta da comunidade internacional à crise - afirmou Sarkozy - poderá assinalar "o momento em que o mundo entrou no século XXI".
O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, que discursou na mesma cerimónia, defendeu tambem "uma resposta global" à crise e condenou o proteccionismo.
«Não podemos enfrentar os desafios actuais fehando a porta e olhar apenas para a nossa casa (...) Abertura e interdependência são as duas faces da moeda da globalização", disse Durão Barroso.
"No globalizado mercado de hoje - salientou ainda o presidente da Comissão Europeia - todos necessitamos de estar envolvidos".