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quinta-feira, 30 de julho de 2009

National growth for Timor-Leste*

“We are experiencing a unprecedented period of economic growth,” said Mr Agio Pereira the Secretary of State for the Council of Ministers and Official Spokesman for the IV Constitutional Government, “and it is not only a testament to the strong fiscal and social policies of the Xanana Gusmão Government but also proof that there is a collaborative spirit with the public service, the private sector, civil society and the Government to build a strong and economically viable nation.”

This week the Australian Bank, ANZ in Timor-Leste announced that over the last year new accounts have increased by 80% , “foot traffic” has increased 2% per week and lending has doubled.

“We see the results of the ANZ bank in Timor-Leste as a reflection that the environment of peace and stability in the nation has fostered conditions for overall economic growth.’ noted Pereira.

This year Timor-Leste was ranked the second fastest growing economy in the world, with a recorded 12.8% economic growth. “Despite the global recession, the Government was able to make giant strides.”

The economic growth, combined with gradual reforms to institutions has also seen positive results for the Government. In 2008, there was a 44% increase in the total number of tax payers, direct taxes increased by 46% and business taxes increased by 56%.

Increased budget execution of 283.6% from 2006/2007 allowed better service delivery to the people of Timor-Leste and it was estimated that direct and indirect wage generation for 2008 reached 47, 500. Approximately 45,000 jobs are projected to be generated by Government expenditure in 2009.

Pereira concluded, “The Xanana Gusmão Government will soon be announcing our national priorities for 2010 which will support the strong results achieved thus far. Our overall objective though is to take our people from the depths of poverty to become one of Asia’s miracle economies.” ENDS

* MEDIA RELEASE Díli- July 29, 2009
Statement By The Spokesperson of the IV Constitutional Government, The Secretary of State for the Council of Ministers. For More Information Please Contact: Agio Pereira +670 723 0011; E-mail: agiopereira@ cdm.gov.tl

Ainda o documento do FMI: o petróleo e o gás de Timor

Numa das páginas do relatório do Artº IV a que fazemos referência na 'entrada' anterior vê-se a seguinte "caixa de texto". Pelo seu interesse permitimo-nos deixar aqui a referida página, em que se pode ver um mapa com os locais de produção (actuais, como Bayu-Undan, ou previstos, como o Greater Sunrise) e um gráfico com a evolução previsível das receitas de exploração do petróleo e do gás (a maior riqueza até é de gás, já vendido para o Japão).

Note-se que o campo petrolífero em produção, Bayu-Undan, já atingiu o máximo da sua produção anual, indo a mesma decaindo ao longo do tempo até meados da década de '20.Este "perfil de vida" do campo é o usual na indústria extractiva de petróleo: a produção máxima de um campo é atingida poucos anos (3-4) depois do início da exploração e esta tende a durar, no total, cerca de 20-25 anos.

Daí o ser necessário fazer uma reserva de recursos que prepare o país para o pós-petróleo. É essa a principal função do Fundo Petrolífero de Timor Leste, um "fundo soberanos" cujos activos são apenas de natureza financeira e, até ao momento, apenas em dólares americanos. Ainda que se acredite haver alguns poços por descobrir no Mar de Timor, é muito possível que a vida útil total deles não ultrapasse os anos '40 ou '50 deste século. O que é já amanhã!...

PS - "Pequena" legenda para os mais leigos no assunto: a JPDA é a "Joint Petroleum Development Area" acordada entre Timor Leste a Austrália e que durará até que estas --- na verdade a Austrália --- decidam estabelecer um acordo sobre as fronteiras marítimas definitivas. Lá para 2055, mais ou menos.A zona a amarelo no mapa corresponde às áreas sob total jurisdição timorense e cujos contratos de pesquisa (e futura e eventual exploração) já foram assinados (nomeadamente com a italiana ENI).A zona a verde corresponde às áreas concessionadas da JPDA.

Como se pode verificar, o Greater Sunrise, a zona de exploração de que ainda se discute onde vai ser instalada a fábrica de liquefação do gás natural para permitir que ele seja transportado (para o Japão), está só parcialmente dentro da JPDA. Como as fronteiras definitivas naquela área poderão vir a ficar mais a oriente que o actual limite "à direita" da área de exploração conjunta, Timor Leste e a Austrália acordaram em que as receitas serão distribuídas igualmente entre os dois países, ao contrário do que acontece com Bayu-Undan, em que Timor recebe 90% dessas receitas.
Publicada por A. M. de Almeida Serra

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Análise do FMI sobre a economia de Timor Leste

O Fundo Monetário I nternacional acaba de publicar dois documentos elaborados no âmbito da análise da economia nacional levada a cabo pela missão do Fundo realizada recentemente (3-16 de Junho/09) ao abrigo do Artº IV dos seus Estatutos.
Pode ver os referidos documentos na página de Timor Leste no site do Fundo. Abaixo está cópia da página em que se sintetizam algumas das principais informações económicas sobre o país.

Publicada por A. M. de Almeida Serra