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sábado, 14 de junho de 2008

G8 encara elevado preço das matérias-primas como "grave desafio" para o crescimento económico

Os ministros das Finanças do grupo do G8 qualificaram como um "grave desafio" para o crescimento económico global o elevado preço das matérias-primas e pediram um aumento da produção de crude. Simultaneamente, confiaram ao Fundo Monetário Internacional (FMI) a tarefa de apurar as causas da subida dos preços dos combustíveis à escala global.Reunidos desde sexta-feira em Osaca, no Japão, os ministros das Finanças do G8 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Canadá e Rússia) alertaram no seu comunicado final que o elevado preço do crude e dos alimentos "tem implicações para os mais vulneráveis e pode fazer aumentar a pressão inflaccionista global"."Pedimos uma maior colaboração e diálogo entre os produtores, consumidores e as instituições relevantes ao ciclo dos alimentos", indica o comunicado.Sobre o elevado preço do crude, os líderes mundiais - entre os quais se contam alguns produtores - reiteraram o seu apelo aos países produtores para que "aumentem a sua produção e invistam para aumentar as capacidades de refinação".O petróleo continuou a subir na semana passada, atingindo os 140 dólares por barril. Esta alta vertiginosa compromete a recuperação da economia mundial após a grave crise financeira do Verão passado. "Temos sérias preocupações sobre o forte aumento dos preços do petróleo, que superaram os anteriores recordes em termos nominais e reais, e respectivo impacto na estabilidade económica global, bem-estar das pessoas e prognósticos de crescimento", assinalaram. Os ministros dos países industrializados do G8 pediram ainda ao FMI e à Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA) para analisarem os "factores reais e financeiros que estão na origem do recente salto dos preços do petróleo e da sua volatilidade". O FMI apresentará um relatório em Outubro, durante a sua próxima assembleia-geral. Os países do G8, cujos diagnósticos sobre o crescimento dos preços do petróleo diferem, esperam que o FMI confirme as suspeitas de que a especulação é largamente responsável pela situação. "É tudo muito pouco claro. Precisamos de um estudo que responda a esta questão", explicou o director-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que aceitou efectuar este inquérito. "Já foram expressas muitas opiniões. Mas o sentimento comum é que ninguém conhece realmente a verdade", resumiu à saída da reunião o ministro das Finanças japonês, Fukushiro Nukaga. Esperando o veredicto do FMI, o comunicado final do "G8 Finanças" evita tomar partido. O mercado petrolífero funcionaria melhor se existisse "uma maior transparência e fiabilidade das informações de mercado, nomeadamente as existências e a dimensão dos fluxos financeiros que entram no mercado", refere ainda o texto do G8.Acerca da situação económica mundial, o Grupo dos Oito mostrou-se também preocupado acerca do actual quadro que, segundo os ministros, enfrenta "ventos contrários", depois de ter experimentado um período de "forte crescimento e baixa inflação"."Trabalharemos para assegurar que as condições estão no seu lugar para que continue [a registar-se] um forte crescimento económico mundial", indicaram os responsáveis económicos dos países mais industrializados do mundo.De acordo com os ministros, "as condições financeiras dos mercados melhoraram nos últimos meses", embora "persistam as tensões, especialmente nos mercados de divisas e de créditos".
Fonte: Público, 14-06-2008

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